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Segunda-feira, 03 de Agosto 2026
Notícias/Política

Tre-rj abre urna eletrônica ao público para reforçar segurança e combater fraudes

Ação integrada à semana nacional exibe componentes internos e mecanismos de proteção para atestar a total confiabilidade das eleições brasileiras.

Tre-rj abre urna eletrônica ao público para reforçar segurança e combater fraudes
© Fernando Frazão/Agência Brasil
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O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) promoveu nesta segunda-feira (3) uma demonstração pública da urna eletrônica. O evento, voltado à imprensa e a entidades fiscalizadoras, ocorreu na sede do órgão.

O equipamento foi totalmente desmontado diante dos presentes. A intenção foi expor minuciosamente os circuitos eletrônicos e os dispositivos de proteção que garantem a lisura do processo eleitoral.

A atividade integra a programação oficial da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação. O foco central é consolidar a confiança da população nas eleições e combater campanhas de desinformação.

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Claudio de Mello Tavares, presidente do TRE-RJ, afirmou que a legitimidade do equipamento é absoluta. Ele destacou que o sistema brasileiro passa por auditorias rigorosas e constantes.

“Isso não é conveniência tecnológica, isso é a soberania popular. A urna eletrônica é segura”, declarou Tavares durante a apresentação dos componentes internos.

Funcionamento e barreiras de proteção

Michel Kovacs, secretário de Tecnologia da Informação do TRE, conduziu a análise dos componentes. Ele reforçou que existem múltiplas barreiras físicas e digitais contra adulterações.

Lacres produzidos pela Casa da Moeda evidenciam qualquer tentativa de violação física. Além disso, o sistema conta com assinaturas digitais, biometria e auditorias em várias etapas.

O isolamento total da rede, sem conexão com a internet, impede invasões externas. Um eventual criminoso não conseguiria transpor tantas camadas de segurança sem detecção.

Contraposição ao voto em papel

Questionado sobre propostas de retorno ao voto impresso, Kovacs classificou a medida como um retrocesso. Ele lembrou que a tecnologia foi adotada em 1996 justamente para eliminar fraudes.

Segundo o gestor, o sistema em cédulas de papel era lento, custoso e vulnerável a rasuras ou desvios na apuração manual realizada por seres humanos.

“Tirar a máquina eletrônica seria um retrocesso para o país”, concluiu o secretário, defendendo a modernização contínua das votações no Brasil.

FONTE/CRÉDITOS: Portal Ativa Notícias

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