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Segunda-feira, 03 de Agosto 2026
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Rodoviários do Rio se reúnem com patrões em nova audiência de conciliação

A categoria busca avanços no reajuste salarial, ampliação de benefícios e o pagamento do intervalo de refeição como hora extra.

Rodoviários do Rio se reúnem com patrões em nova audiência de conciliação
© Tânia Rêgo/Agência Brasil
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Os rodoviários do Rio de Janeiro participarão de uma nova audiência de conciliação com os empregadores na próxima segunda-feira, 13 de maio, no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1). O objetivo é avançar nas negociações sobre o reajuste salarial e outras reivindicações da categoria, buscando evitar uma nova greve que impacte o transporte público carioca. Esta reunião segue o adiamento da sessão anterior, ocorrida na quarta-feira (8).

Atualmente, a categoria permanece em estado de greve, tendo recusado em assembleia a última oferta patronal. A proposta de reajuste, baseada no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ligeiramente elevada de 4,39% para 4,5%, mas ainda não atende às expectativas dos trabalhadores.

As propostas de reajuste

Inicialmente, os rodoviários propuseram um piso salarial de R$ 5 mil para motoristas de veículos articulados, como os do BRT, e R$ 4 mil para os demais. O pedido de reajuste salarial era de 17%, visando à reposição de perdas inflacionárias acumuladas, a ser pago em duas parcelas: 8% em julho e 8,5% em novembro.

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Contudo, em assembleia realizada na terça-feira (7), houve uma flexibilização nas demandas. O índice de reajuste foi ajustado para 12%, dividido em duas parcelas. Adicionalmente, a categoria mantém a reivindicação por um tíquete alimentação no valor de R$ 1 mil.

Histórico da paralisação

A greve dos rodoviários teve início em 29 de junho. As principais exigências incluem não apenas o reajuste salarial, mas também a expansão de benefícios e a remuneração do intervalo para refeição como hora extraordinária.

A paralisação gerou um cenário de caos para os moradores do Rio, com muitos trabalhadores enfrentando dificuldades para chegar ao trabalho ou atrasos significativos. O sistema de transporte alternativo, incluindo ônibus articulados, metrô e trens, não foi suficiente para absorver a demanda diária dos ônibus urbanos.

Em assembleia realizada no dia 2 deste mês, os rodoviários optaram por suspender o movimento, mas mantiveram o estado de greve. A decisão visa aguardar o desdobramento das negociações entre o Tribunal Regional do Trabalho, os empregadores e o sindicato da categoria.

Em comunicado oficial, o Rio Ônibus declarou que “segue em negociação visando o acordo e espera que a situação seja resolvida, afastando de vez a possibilidade de nova greve”.

FONTE/CRÉDITOS: Portal Ativa Notícias

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