A realização da Copa do Mundo de Futebol Feminino no Brasil em 2027 ganha força com novas leis aprovadas pelo Congresso Nacional para viabilizar o torneio e fortalecer o protagonismo das mulheres no esporte.
Entre as normas estabelecidas está a Lei Complementar 232/26, que concede isenção de ISS para empresas envolvidas na organização do evento nas oito cidades-sede.
Além disso, a Lei 15.421/26 atua como a Lei Geral da Copa Feminina, definindo diretrizes de segurança, comércio e venda de ingressos.
Impactos e debates econômicos
A deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) defendeu os reflexos positivos da competição, apontando a criação de empregos e melhorias na infraestrutura esportiva nacional.
Por outro lado, o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) criticou a iniciativa, argumentando que grandes eventos esportivos nem sempre deixam legados reais para a população.
Protagonismo e histórico
A diretora da Fifa, Aline Pellegrino, destacou que 70% da operação do torneio será liderada por mulheres, marcando uma fase inédita de inclusão na gestão esportiva.
Historicamente, o esporte enfrentou barreiras no país devido ao Decreto-Lei 3.199/41, que proibia práticas consideradas incompatíveis com a natureza feminina.
Novos projetos em análise
O legislativo também avalia propostas como o PL 4578/25 para combater a discriminação de gênero e o PL 3968/24, que cria o marco legal da modalidade.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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