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Sábado, 08 de Agosto 2026
Notícias/Política

Câmara dos Deputados debate desinformação em cenários de calamidade

Audiência pública abordará estratégias contra fake news após fortes chuvas na Zona da Mata de Minas Gerais

Câmara dos Deputados debate desinformação em cenários de calamidade
Tânia Rego/Agência Brasil
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Nesta terça-feira (16), a comissão externa da Câmara dos Deputados, responsável por monitorar os efeitos das intensas chuvas que assolaram a Zona da Mata de Minas Gerais em fevereiro de 2024, realizará uma audiência pública às 14 horas, no plenário 15. O objetivo central é debater a disseminação da desinformação em contextos de calamidade pública, buscando estratégias eficazes para enfrentar as notícias falsas.

A lista completa de participantes e convidados para este importante debate pode ser consultada neste link.

A iniciativa para esta discussão partiu da deputada Ana Pimentel (PT-MG), coordenadora da comissão. Ela enfatiza a necessidade de analisar profundamente os impactos da desinformação em momentos de crise, visando aprimorar a prevenção, a capacidade de resposta e a comunicação institucional durante emergências.

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O papel da comissão parlamentar

A comissão externa foi instituída pela Câmara dos Deputados para acompanhar de perto os estragos provocados pelas chuvas torrenciais que atingiram a Zona da Mata de Minas Gerais, com destaque para Juiz de Fora, em fevereiro de 2024. Seu mandato inclui a avaliação dos danos à população e à infraestrutura, além da proposição de medidas de apoio aos atingidos.

Impactos da desinformação em desastres

Para a deputada Ana Pimentel, a superação dos desafios pós-chuvas vai além da recuperação material, exigindo também o acesso irrestrito a dados precisos. Ela alerta que a disseminação de informações falsas pode ter consequências graves:

“A difusão de conteúdos enganosos tem o potencial de dificultar ações cruciais de resgate, comprometer a eficácia da atuação da Defesa Civil e desorientar a população em relação a rotas de fuga seguras, pontos de apoio e serviços essenciais. Além disso, agrava o medo, a insegurança e a desorganização social em um período de extrema vulnerabilidade coletiva”, destaca a coordenadora da comissão.

FONTE/CRÉDITOS: Portal Ativa Notícias

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