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Quarta-feira, 12 de Agosto 2026
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Copom reduz a Taxa Selic para 14,25% ao ano, buscando controlar a inflação

O comitê registra a terceira queda consecutiva nos juros básicos

Copom reduz a Taxa Selic para 14,25% ao ano, buscando controlar a inflação
© Marcello Casal JrAgência Brasil
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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciou nesta quarta-feira (17) uma nova redução na Taxa Selic, diminuindo-a em 0,25 ponto percentual. Com esta decisão, a taxa básica de juros da economia brasileira passa de 14,50% para 14,25% ao ano, em um esforço contínuo para gerenciar a inflação e estimular a atividade econômica.

Esta marca a terceira vez consecutiva que o Copom opta por um corte nos juros, sinalizando uma tendência de flexibilização da política monetária.

A Taxa Selic é o principal instrumento do Banco Central para influenciar a economia. Seu objetivo é controlar a inflação ao ajustar o ritmo da atividade econômica.

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Impacto dos juros na economia

Quando os juros permanecem elevados por um período prolongado, o acesso ao crédito torna-se mais caro. Isso afeta diretamente os consumidores, elevando os custos de compras parceladas, financiamentos imobiliários e o uso de cartões, o que tende a desacelerar o consumo geral.

Por outro lado, a redução da Taxa Selic visa estimular a economia. Ela cria um ambiente mais favorável para investimentos e consumo, ao mesmo tempo em que busca manter os preços sob controle.

Na reunião anterior, realizada em abril, o Copom justificou um ritmo mais cauteloso na redução dos juros. As preocupações incluíam as incertezas decorrentes dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio e a projeção de uma inflação elevada por um período estendido.

A Taxa Selic permaneceu em 15% ao ano até março deste ano, um patamar que representou o maior nível registrado em quase duas décadas.

O Copom havia iniciado o ciclo de cortes nos juros em março, impulsionado por um cenário de queda da inflação. Contudo, fatores como os conflitos no Oriente Médio, que impactaram os preços de combustíveis e alimentos, apresentam desafios para uma redução mais acentuada da taxa.

FONTE/CRÉDITOS: Portal Ativa Notícias

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