A primeira jornada de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro, realizada entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira (16/02), mobilizou intensamente as equipas de saúde no Sambódromo. Segundo o balanço oficial divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), um total de 254 pessoas procuraram assistência nos sete postos médicos instalados ao longo da Marquês de Sapucaí.
Principais causas e perfil dos pacientes
A maioria dos casos registados foi considerada de baixa complexidade, mas exigiu monitorização imediata para evitar complicações. Entre as principais queixas dos foliões e componentes das escolas de samba, destacam-se:
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Desidratação e Mal-estar: Provocados pelas altas temperaturas e humidade registadas na capital fluminense.
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Crises Hipertensivas: Picos de tensão arterial relacionados com o stress do desfile e o esforço físico exaustivo.
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Traumas Ligeiros: Pequenas escoriações ou entorses causadas pelo peso das fantasias ou incidentes durante a evolução na avenida.
Das 254 pessoas atendidas, apenas uma pequena percentagem necessitou de transferência para hospitais da rede municipal (como o Hospital Souza Aguiar) para exames complementares ou observação prolongada.
Estrutura de prontidão para o Carnaval 2026
Para garantir a segurança do público e dos artistas, a prefeitura montou uma estrutura robusta que conta com médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem de plantão permanente até ao último desfile. Além dos postos fixos, ambulâncias de suporte avançado (UTI móvel) estão estrategicamente posicionadas para deslocações rápidas em casos de emergência grave na pista ou nas bancadas.
A recomendação das autoridades de saúde para as próximas noites de folia é clara: hidratação constante, alimentação leve antes dos desfiles e atenção redobrada aos sinais de cansaço extremo, especialmente para quem desfila com fantasias pesadas ou sob sol forte na área de concentração.

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