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Terça-feira, 25 de Agosto 2026
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Richarlison detalha disputa por imóvel de R$ 10 milhões com Flávio Bolsonaro

O jogador Richarlison revelou publicamente um conflito judicial envolvendo a posse de uma mansão avaliada em R$ 10 milhões, na qual o senador Flávio Bolsonaro e seu advogado, Tomaz Willer, também reivindicam direitos. A controvérsia, divulgada pela advogada Ana Paula Zantut, gira em torno da legalidade da aquisição do imóvel.

Richarlison detalha disputa por imóvel de R$ 10 milhões com Flávio Bolsonaro
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O jogador Richarlison, atacante do Tottenham Hotspur (Spurs), tornou pública uma complexa disputa judicial nas redes sociais, revelando um investimento de aproximadamente R$ 10 milhões em um imóvel cuja posse ele alega ter perdido. A controvérsia envolve o senador Flávio Bolsonaro e seu advogado, Tomaz Willer, e foi detalhada pela advogada imobiliária Ana Paula Zantut na última terça-feira, 30, gerando grande repercussão sobre a legalidade da transação.

Em uma declaração contundente, Richarlison afirmou ter "realmente gasto em torno de 10 milhões lá e simplesmente me tomaram", expressando sua frustração por ainda não ter recebido o valor investido. Esse desabafo foi feito em resposta a uma publicação de Ana Paula Zantut, que trouxe à tona os pormenores do caso.

Conforme explicado pela advogada em vídeo compartilhado pelo próprio atleta, Richarlison e seu empresário adquiriram uma mansão. Dois anos após essa compra, o senador Flávio Bolsonaro e seu advogado, Tomaz Willer, teriam obtido a posse do mesmo imóvel, desencadeando a atual batalha legal para determinar quem, de fato, detém o direito de uso e moradia.

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Zantut esclareceu que, embora Richarlison e seu empresário sejam os proprietários legais do bem, Tomaz Willer, representante de Flávio Bolsonaro, possui o direito de posse. Isso significa que, enquanto um é o dono formal, o outro detém a prerrogativa de morar e utilizar a propriedade, criando um impasse que impede Richarlison de exercer plenamente seus direitos sobre o imóvel.

A legalidade da posse em xeque

A complexidade do caso se aprofunda com a alegação de uma das sócias da M Locadora, empresa anteriormente detentora da posse. Ela afirma ter sido ludibriada e induzida a erro ao comparecer ao cartório para assinar o contrato que transferiu a posse ao advogado de Flávio Bolsonaro, levantando suspeitas sobre a validade do processo.

A discussão central agora transcende a simples posse, focando na sua legalidade. A advogada Ana Paula Zantut aponta que um contrato firmado sob simulação ou indução a erro pode ser anulado. Se comprovadas irregularidades na assinatura do documento que concedeu a posse a Tomaz Willer, o contrato poderá ser invalidado, e o direito de uso e moradia do imóvel seria restituído a Richarlison e seu empresário.

Assista ao vídeo!: Initial plugin text

FONTE/CRÉDITOS: Portal Ativa Notícias

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