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Quinta-feira, 23 de Julho 2026
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Explosões Atingem Caracas e Outras Regiões; Venezuela Acusa EUA de Agressão Militar

Capital venezuelana e estados vizinhos foram palco de intensos ataques na madrugada, levando o governo de Nicolás Maduro a decretar estado de emergência e responsabilizar Washington.

Explosões Atingem Caracas e Outras Regiões; Venezuela Acusa EUA de Agressão Militar
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Múltiplas explosões e o sobrevoo de aeronaves militares abalaram a capital da Venezuela, Caracas, e outras regiões do país na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026. O governo venezuelano, liderado por Nicolás Maduro, rapidamente condenou os incidentes, classificando-os como uma "gravíssima agressão militar" perpetrada pelos Estados Unidos.

Testemunhas da Reuters e da CNN relataram ter ouvido pelo menos sete explosões a partir das 2h (horário local), seguidas pela observação de fumaça preta e helicópteros sobrevoando a cidade. Áreas próximas a instalações militares, como o Forte Tiuna, ficaram sem energia elétrica.

Alvos Estratégicos e Civis

Os ataques teriam atingido localidades civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Entre os alvos específicos mencionados estão a Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda, conhecida como La Carlota, e o Forte Tiuna, o maior complexo militar do país. Há relatos não confirmados de que o Quartel da Montanha e até o Palácio Presidencial de Miraflores também teriam sido atingidos.

O governo de Nicolás Maduro emitiu um comunicado oficial denunciando a ação e alegando que o objetivo da agressão seria assumir o controle das vastas reservas de petróleo e minerais da Venezuela. Em resposta, foi decretado estado de emergência nacional, e as forças de defesa foram mobilizadas.

Resposta Americana e Reações Internacionais

Uma autoridade dos Estados Unidos confirmou à Reuters que o país realizou ataques dentro da Venezuela. O presidente norte-americano, Donald Trump, utilizou uma rede social para confirmar a ofensiva, chegando a afirmar que Maduro e sua esposa teriam sido capturados e removidos do país por via aérea.

A comunidade internacional reagiu com preocupação. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou "profunda preocupação" e rechaçou qualquer ação militar unilateral que agrave a tensão. O Irã, aliado de Caracas, condenou o ataque como uma "violação flagrante de sua soberania nacional". No Brasil, que está em recesso de fim de ano, ainda não houve manifestação oficial sobre os eventos.

FONTE/CRÉDITOS: Portal Ativa Notícias

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