Diferente de outros artistas que buscam fantasias monumentais ou postos de destaque à frente de alegorias, Xamã escolheu desfilar na Ala da Presidência. O figurino, seguindo o padrão da diretoria da escola de Duque de Caxias, trouxe um corte clássico e elegante, reforçando a conexão do "malvadão" com a cúpula da agremiação.
O Toque Pessoal
Apesar do figurino tradicional, Xamã não abdicou da sua estética urbana e rock’n’roll que o acompanha nos palcos:
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Unhas Pretas: O detalhe das unhas pintadas de preto chamou a atenção na concentração, unindo a formalidade da ala com a rebeldia do rapper.
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Presença de Espírito: O cantor foi visto muito à vontade entre os baluartes e diretores, mostrando que a sua relação com a Grande Rio vai além da imagem pública.
Respeito à Comunidade
Questionado sobre a escolha de uma ala mais reservada, Xamã demonstrou humildade e foco na coletividade:
"Estar na Ala da Presidência é uma honra. Aqui a gente sente o peso da história da escola. Vim para somar, para cantar o enredo e respeitar o pavilhão. O estilo a gente mantém nos detalhes, mas o foco hoje é o título para Caxias", declarou o artista antes de entrar na Avenida.
Xamã no Enredo
A presença do cantor no desfile, que este ano explorou as energias e os mistérios do Pará, faz todo o sentido com a trajetória recente do artista, que tem buscado conexões com a música regional brasileira e a ancestralidade. Sua participação foi celebrada pelos componentes da ala, que viram no rapper um aliado na defesa do quesito Harmonia.

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