Pelo terceiro ano consecutivo como musa da Grande Rio, Mariana Goldfarb cruzou a Sapucaí com uma fantasia que celebrou a beleza natural e a liberdade de expressão. O figurino, um dos mais cavados da noite, deixou em evidência uma tatuagem íntima, detalhe que rapidamente repercutiu nas redes sociais e entre o público presente.
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O Look: A peça foi desenhada para valorizar cada curva da modelo, utilizando materiais que simulavam elementos orgânicos, em sintonia com o enredo da escola sobre o Pará.
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O Detalhe: A tatuagem, estrategicamente posicionada, serviu como um acessório a mais, reforçando a mensagem de uma mulher que se sente confortável na própria pele.
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"Alegria de Viver"
Longe dos rótulos e vivendo uma fase de solteira e autodescoberta, Mariana usou o desfile como um manifesto pessoal:
"Este desfile representa a minha alegria de viver com amor, começando pelo amor-próprio. A pele à mostra não é apenas estética, é sobre não ter amarras e celebrar quem eu sou hoje", afirmou a musa na concentração.
Preparação e Superação
Para aguentar o ritmo da Avenida, Mariana intensificou a sua rotina de cuidados, mas sem neuras:
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Foco no Bem-Estar: Diferente de outros anos, a modelo focou mais na saúde mental e no condicionamento físico funcional do que em dietas restritivas.
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Evolução no Samba: A crítica destacou a sua evolução constante no samba no pé, mostrando-se cada vez mais integrada com a bateria de Mestre Fafá e com a comunidade de Caxias.
Ícone de Empoderamento
A postura de Mariana Goldfarb na Sapucaí em 2026 consolidou-a como uma das figuras mais autênticas do Carnaval carioca. Ao exibir as suas marcas e tatuagens sem filtros, ela inspira outras mulheres a abraçarem a sua própria individualidade.
O desfile da Grande Rio foi, para Mariana, a coroação de um processo de "cura" e renascimento, transformando a passarela do samba num palco de pura libertação.

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