Aguarde, carregando...

Sábado, 01 de Agosto 2026
Notícias/Justiça

Gilmar Mendes afirma que caso do Banco Master gera perplexidade na população

O ministro participou da abertura de audiência pública sobre a eficiência da Comissão de Valores Mobiliários, órgão que fiscaliza o mercado de capitais.

Gilmar Mendes afirma que caso do Banco Master gera perplexidade na população
© Antônio Augusto/STF
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Nesta segunda-feira (4), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou que o recente escândalo envolvendo fraudes no Banco Master tem provocado grande perplexidade e indignação entre os cidadãos brasileiros.

O decano da Suprema Corte, Gilmar Mendes, esteve presente na sessão de abertura de uma audiência pública que discute a eficácia da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a entidade encarregada de supervisionar o mercado de capitais do país.

Conforme a avaliação do magistrado, as apurações relacionadas ao Banco Master estão impactando negativamente a credibilidade das instituições nacionais.

Publicidade

Leia Também:

“A dimensão do recente escândalo do Banco Master, cujos pormenores continuam a vir à tona, tem suscitado justas perplexidades e um sentimento de indignação na sociedade, ao mesmo tempo em que mina a reputação de nossas instituições”, declarou ele.

O ministro ressaltou que o Brasil, e não apenas o Supremo Tribunal Federal, enfrenta um período de crise de credibilidade. Segundo o decano, a situação de desconfiança nas instituições é abrangente.

"Buscar solucionar a crise de confiança focando exclusivamente no Supremo Tribunal Federal é, no mínimo, ingenuidade, mas possivelmente uma miopia intencional e com propósitos obscuros", analisou.

Detalhes do caso Master

Durante as investigações conduzidas pela Polícia Federal (PF), os nomes de dois ministros do Supremo foram mencionados.

Em fevereiro, o ministro Dias Toffoli, do STF, afastou-se da relatoria do inquérito que apura as fraudes no Banco Master. Essa decisão ocorreu depois que a Polícia Federal (PF) comunicou à Corte a existência de referências ao seu nome em mensagens localizadas no aparelho celular do banqueiro Daniel Vorcaro, apreendido na fase inicial da Operação Compliance Zero, desencadeada no ano anterior.

Toffoli é um dos sócios do resort Tayayá, situado no Paraná, um empreendimento que foi adquirido por um fundo de investimentos associado ao Banco Master e que também está sob investigação da PF.

No mês subsequente, o ministro Alexandre de Moraes refutou ter tido qualquer tipo de conversa com Vorcaro em 17 de novembro do ano passado, data em que o empresário foi detido pela primeira vez.

A alegada troca de mensagens foi noticiada pelo jornal O Globo, que obteve acesso às capturas de tela das mensagens descobertas pela PF no celular do banqueiro, que havia sido apreendido durante a operação.

FONTE/CRÉDITOS: Portal Ativa Notícias

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR