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Quarta-feira, 22 de Julho 2026
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Ex-MasterChef Estefano Zaquini é flagrado vendendo doces e fala sobre recomeço profissional

O paulista Estefano Zaquini, conhecido por sua participação na primeira temporada do "MasterChef", foi visto comercializando doces em um semáforo de Santo André, São Paulo. A repercussão das imagens o levou a se pronunciar, explicando que a venda faz parte de seu recomeço na carreira de cozinheiro, doze anos após o reality.

Ex-MasterChef Estefano Zaquini é flagrado vendendo doces e fala sobre recomeço profissional
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O ex-participante da primeira temporada do "MasterChef", Estefano Zaquini, foi recentemente flagrado vendendo doces em um semáforo de Santo André, São Paulo, onde reside. As imagens, que viralizaram nas redes sociais, motivaram o cozinheiro a se manifestar publicamente, explicando que essa atividade faz parte de um recomeço profissional, doze anos após sua aparição no popular reality show.

Em um áudio veiculado no programa "A Tarde é Sua", Zaquini detalhou a situação. "Estamos trabalhando com esse serviço informal agora", afirmou, mencionando também a continuidade de seus serviços de bufê para clientes fiéis. Ele ressaltou que a venda de doces é uma forma de gerar renda extra para "honrar alguns compromissos" quando não há outros trabalhos em andamento.

A atitude do cozinheiro gerou grande repercussão e fez com que muitos se questionassem sobre os desafios enfrentados por ex-participantes de reality shows culinários.

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Um histórico de vendas e resiliência

Estefano, de 32 anos, aproveitou a oportunidade para compartilhar um pouco de sua trajetória pessoal, revelando que a venda nas ruas não é uma novidade em sua vida. "Eu trabalho com venda desde meus 8 anos de idade", contou.

Ele recordou os tempos de infância, quando auxiliava sua avó na comercialização de salgados. "Quando minha avó fazia salgados e eu, com uma caixa de isopor, saía e vendia de porta em porta, no comércio, no semáforo", detalhou, enfatizando a familiaridade com o trabalho informal.

Para Estefano Zaquini, essa experiência atual não representa nenhuma desonra. "Eu não vejo como um serviço indigno. É um recomeço e não é fácil", concluiu, transmitindo uma mensagem de persistência e dignidade no trabalho, independentemente da sua natureza.

FONTE/CRÉDITOS: Portal Ativa Notícias

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