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A Unidos de Vila Isabel estava pronta para encantar o Sambódromo com o enredo "Macumbembê, samborembá", quando um imprevisto técnico no segundo carro alegórico paralisou a escola. A alegoria, que representava uma das telas icônicas de Heitor dos Prazeres, apresentou uma falha no sistema de eixos momentos antes de cruzar a linha de início.
Operação de Emergência
O que se viu na concentração foi um cenário de guerra:
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Correria da Equipe: Dezenas de empurradores e técnicos de manutenção cercaram o carro com ferramentas em punho.
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Tensão dos Diretores: A diretoria de Carnaval foi vista em rádio constante, tentando coordenar o fluxo das alas anteriores para que não se formasse um "buraco" (espaço vazio) diante dos primeiros jurados.
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Esforço Humano: No final, a alegoria precisou de um esforço extra dos "homens de força" da escola, que conseguiram destravar o mecanismo e colocar a gigante estrutura de volta nos trilhos.
Impacto no Cronômetro
Apesar do susto, a Vila Isabel conseguiu entrar na Avenida dentro do tempo previsto, mas a correria inicial obrigou a escola a apertar o passo nos primeiros setores.
"Foi um teste para o coração. O carro é imenso e muito pesado, mas a nossa equipe de barracão é heroica. Resolvemos no braço e na raça", desabafou um dos diretores de harmonia, ainda ofegante, logo após o carro entrar na pista.
A Superação
Uma vez na Sapucaí, o problema técnico pareceu ter ficado para trás. A beleza plástica da alegoria, que trazia cores vibrantes e movimentos coreografados, foi ovacionada pelo público, que nem percebeu o drama vivido minutos antes na área de armação. No entanto, o incidente serve de alerta para a apuração, já que os jurados de Evolução costumam ser rigorosos com qualquer oscilação no ritmo da escola.

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