Aguarde, carregando...

Sábado, 01 de Agosto 2026
Notícias/Política

Frentes parlamentares criticam fim da taxa das blusinhas e alertam para concorrência desleal

Presidentes das frentes afirmam que a isenção de imposto sobre importações de até US$ 50 prejudica o setor produtivo e o comércio formal no Brasil.

Frentes parlamentares criticam fim da taxa das blusinhas e alertam para concorrência desleal
Vinicius Loures / Câmara dos Deputados
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Duas importantes frentes parlamentares manifestaram forte desaprovação à recente decisão do governo federal de revogar a cobrança da chamada “taxa das blusinhas”. A medida, que estabelecia um imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, foi oficializada por meio de uma medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma portaria do Ministério da Fazenda, gerando preocupação sobre a concorrência desleal.

As Frentes Parlamentares pelo Brasil Competitivo (FPBC) e em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) argumentam que a extinção dessa taxa favorece a concorrência desleal e impacta negativamente o setor produtivo e o comércio estabelecido no Brasil.

O deputado Julio Lopes (PP-RJ), que preside ambas as frentes, destacou a ausência de um cenário competitivo equilibrado entre as plataformas de e-commerce estrangeiras e as empresas brasileiras. "Não há competitividade quando o empresário nacional arca com altos impostos, enquanto produtos importados entram sem a devida tributação. Isso afeta diretamente os empregos, a produção local e o comércio formal", declarou o parlamentar.

Publicidade

Leia Também:

Isonomia tributária em debate

Em comunicado oficial, a Frente pelo Brasil Competitivo ressaltou a necessidade de um debate técnico aprofundado sobre o tema, especialmente em virtude das consequências para pequenos e médios empreendedores brasileiros. A frente sugere que, para equiparar as condições, o governo considere a aplicação de um tratamento tributário similar para compras nacionais de até R$ 250, alinhando-se aos critérios já existentes para o comércio exterior.

Já a Frente em Defesa da Propriedade Intelectual avalia que a medida enfraquece a indústria e o comércio formal, que continuam submetidos a uma carga tributária elevada e a custos operacionais significativos, desvantagens que as plataformas internacionais de comércio eletrônico não enfrentam.

FONTE/CRÉDITOS: Portal Ativa Notícias

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR