O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, chegou aos Estados Unidos por volta das 18h30 desta sexta-feira, 3 de janeiro de 2026, após uma operação militar conduzida por forças americanas que resultou em sua captura na Venezuela. A notícia foi confirmada por Donald Trump, presidente dos EUA, que anunciou um "ataque em larga escala" contra a Venezuela.
Segundo os relatos, a ação, que teria o codinome "Operação Resolução Absoluta", envolveu ataques aéreos e movimentações militares em diversas regiões venezuelanas, incluindo a capital Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Explosões foram registradas na madrugada, com relatos de bombardeios em Fuerte Tiuna, La Carlota, aeroporto de Higuerote e Porto de La Guaira.
Detalhes da Operação e Prisão
A operação teria sido executada por unidades de elite como a Delta Force e o 160.º Regimento de Aviação de Operações Especiais. Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, teriam sido capturados e removidos do país, sendo transportados inicialmente em um helicóptero até um navio de guerra e, posteriormente, em um avião do Departamento de Justiça para Nova York.
O presidente Donald Trump afirmou que a operação foi um "sucesso" e prometeu mais detalhes em uma coletiva de imprensa em Mar-a-Lago. O governo dos EUA alega que Maduro foi detido para enfrentar acusações criminais por narcotráfico em território americano, havendo também interesse no controle do petróleo venezuelano e no afastamento da Venezuela de aliados como China e Rússia.
Reações e Desdobramentos Internacionais
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou que o governo desconhece o paradeiro de Maduro e de Cilia Flores. O ministro das Relações Exteriores venezuelano, Yvan Gil, condenou a ação como uma "agressão militar" e solicitou uma reunião urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O governo venezuelano decretou estado de emergência e ordenou mobilização geral.
Internacionalmente, a captura de Maduro gerou uma onda de reações. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e o líder de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticaram a ação dos EUA. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, classificou o ataque de "inaceitável", enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, celebrou a prisão, afirmando que "abre uma janela de esperança" para o país. O governo brasileiro anunciou que participará de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir a situação na Venezuela.
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