O bairro do Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio, foi palco de um crime violento na manhã desta quarta-feira (7 de janeiro de 2026). Uma mulher, cuja identidade ainda não foi oficialmente divulgada pelas autoridades, foi morta a facadas em via pública. O episódio chocou moradores e pedestres que passavam pelo local no momento do ataque.
A agressão foi interrompida por um agente de segurança aposentado que estava nas proximidades. Ao presenciar o esfaqueamento, o agente reagiu e baleou o autor do crime, na tentativa de cessar a brutalidade.
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🔍 Detalhes da Ocorrência
As primeiras informações indicam um cenário de extrema violência:
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O Ataque: O homem teria abordado a vítima e iniciado os golpes de faca. A motivação do crime ainda está sob investigação, mas a principal linha de trabalho da polícia é de feminicídio.
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A Reação: O segurança aposentado, ao notar a gravidade da situação, utilizou sua arma para neutralizar o agressor. O criminoso foi atingido e socorrido sob custódia policial.
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Atendimento: Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para prestar socorro à mulher, mas infelizmente ela não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. O agressor foi encaminhado para o [Hospital Municipal Salgado Filho / ou unidade próxima].
⚖️ Investigação em Andamento
A área foi isolada por policiais militares do 3º BPM (Méier) para a realização da perícia técnica. O caso será assumido pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
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Perícia: Peritos buscam imagens de câmeras de segurança de prédios e estabelecimentos vizinhos para entender a dinâmica exata do crime.
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Testemunhas: O agente de segurança que efetuou os disparos e outras pessoas que presenciaram a cena serão ouvidas na delegacia ainda hoje.
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Histórico: A polícia investiga se havia medidas protetivas ou histórico de violência doméstica envolvendo a vítima e o agressor.
📉 Violência contra a Mulher no Rio
O crime ocorre em um contexto de alerta no estado. Dados recentes apontam que casos de feminicídio e violência doméstica continuam apresentando números preocupantes neste início de 2026, reforçando a necessidade de políticas públicas de proteção e canais de denúncia eficientes.
Precisa de ajuda? Denuncie.
Central de Atendimento à Mulher: Ligue 180.
Polícia Militar: Ligue 190.

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